O estudo da história do vestuário e dos têxteis traça o desenvolvimento, uso e disponibilidade de vestuário e têxteis ao longo da história humana. Roupas e tecidos refletem os materiais e tecnologias disponíveis em diferentes civilizações em diferentes épocas. A variedade e distribuição de roupas e tecidos dentro de uma sociedade revelam costumes sociais e cultura.
O uso de roupas é uma característica exclusivamente humana e é uma característica da maioria das sociedades humanas. Sempre houve algum desacordo entre os cientistas sobre quando os humanos começaram a usar roupas, mas estudos envolvendo a evolução dos piolhos sugerem que começou por volta de há 170 mil anos. Os antropólogos acreditam que as peles de animais e a vegetação foram adaptadas em coberturas como proteção contra o frio, calor e chuva, especialmente quando os humanos migraram para novos climas.
A história têxtil é quase tão antiga quanto a civilização humana e, com o passar do tempo, a história têxtil foi se enriquecendo. A tecelagem de seda foi introduzida na Índia por volta de 400 d.C., enquanto a fiação de algodão remonta a 3000 a.C. na Índia.[1]
Os têxteis podem ser feltrados ou fibras fiadas transformadas em fios e, posteriormente, em rede, enroladas, tricotadas ou tecidas para fazer tecidos, que apareceram no Oriente Médio durante o final da Idade da Pedra.[2] Desde os tempos antigos até os dias atuais, os métodos de produção têxtil evoluíram continuamente, e as opções de tecidos disponíveis influenciaram a maneira como as pessoas carregavam seus pertences, se vestiam e decoravam seus arredores.[3]
As fontes disponíveis para o estudo de roupas e têxteis incluem restos de materiais descobertos por meio da arqueologia; representação de têxteis e sua fabricação na arte; e documentos relativos à fabricação, aquisição, uso e comércio de tecidos, ferramentas e roupas acabadas. A bolsa de estudos da história têxtil, especialmente em seus estágios iniciais, faz parte dos estudos da cultura material.
A Invenção do rádio é comumente atribuída ao Italiano Guglielmo Mrconi ao qual realizou a primeira Transmissão de Rádio da História em 1899, portanto ele realizava inúmeros testes desde1890 utilizando vários conhecimentos de pesquisas realizadas por vários antecessores sobre transmissão de ondas eletromagnéticas (fontes: Brazil Escola, Toda matéria)
História envolve nomes também, além de Marconi, Nicola Tesla, James Maxwell, Heinrich Hertz.
James Clerk Maxwell em 1860 teoria sobre ondas Magnéticas
Heinrich Hertz demonstrou o funcionamento das ondas magnéticas.
História= datação histórica do terceiro milênio Ac
As origens do vidro nos levam a mais de cinco milênios atrás, especificamente às terras férteis da Mesopotâmia e do Egito antigo. Foi nessas regiões que os primeiros artesãos, possivelmente em busca de aprimorar suas técnicas de cerâmica ou metalurgia, se depararam com a transformação da areia em um material vítreo. Os achados arqueológicos indicam que o vidro era inicialmente utilizado em pequenas quantidades, principalmente para a fabricação de contas para joias e amuletos, demonstrando seu valor desde o princípio.
Acredita-se que o processo inicial envolvia o aquecimento de misturas de areia (rica em sílica) com álcalis, como a soda (encontrada em cinzas de plantas ou no natrão egípcio), em fornos de alta temperatura. Essa reação química complexa resultava em um material translúcido ou opaco, que podia ser moldado com ferramentas quentes. A raridade e a dificuldade de produção tornavam o vidro um artigo de luxo, acessível apenas às elites
A invenção da imprensa aconteceu por volta de 1440 por Johannes Gutenberg , revolucionando a produção de livros e panfletos e uma consequente circulação de idéias . ocorreu na cidade de Mainz na Alemanha .
Antes desse fato os livros eram produzidos por monges ou Copistas manualmente um processo lento ,caro e sujeito a erros tornando os livros acessíveis a uma pequena elite .
O dispositivo de Gutenberg consistia em caracteres metálicos móveis que podiam ser rearranjados para formar palavras e linhas de texto a uma prensa mecânica que aplicava uma pressão uniforme em tinta a base de óleo
Ao longo dos tempos foram criados várias máquinas a vapor com destaque a máquina desenvolvida e patenteada por Thomas Savery em 1698 que poderia ser utilizada em fábricas
O violão é um instrumento musical da família dos cordófonos que possui seis ordens de cordas simples, cujo corpo acústico lembra o formato de número oito. A história do violão como o conhecemos data de alguns séculos, a referência mais antiga a uma guitarra de seis cordas aparece em um anúncio de venda de um jornal de Madri do ano de 1760, mencionada como vihuela, palavra usada como sinônimo de guitarra na linguagem espanhola do século XVII em diante.
A guitarra mais antiga, com mais de cinco ordens simples que ainda se mantém preservada, é a de Francisco Sanguineo, que foi construída em Sevilha, Espanha, no ano de 1759. Uma vez que este instrumento foi modificado, não se pode afirmar o seu número exato de cordas, porém sabe-se que eram no mínimo seis. Esse antepassado do violão possuía um comprimento de corda vibrante de 670mm e, uma estrutura interna no seu tampo, em forma de um leque harmônico simples, o qual era constituído por três barras de madeira dispostas longitudinalmente.
Em 1832, Louis Panormo construiu um instrumento muito próximo ao que conhecemos hoje como violão clássico, embora seja menor e tenha uma cintura mais acentuada. Em 1859, o luthier espanhol Antonio de Torres Jurado criou o instrumento que atualmente acabou definindo a história do violão e tornou-se o violão clássico. As principais modificações introduzidas por Torres foram: aumento do tamanho da caixa acústica, modificações das proporções, modificações do reforço interno do tampo em forma de leque (com sete barras longitudinais dispostas simetricamente) e a definição do comprimento de escala em 650 mm.
Essa combinação de modificações fez o violão ganhar mais adeptos, tendo em vista que a sua capacidade de projeção sonora aumentou consideravelmente, o que fez com que o instrumento “Torres” passasse a ser considerado o modelo padrão do violão moderno. No entanto, como se nota, a pergunta “quem inventou o violão” não tem uma resposta, uma vez que o desenvolvimento do instrumento foi cumulativo.
Mesmo o violão sendo um instrumento amplamente inserido na cultura musical brasileira, apenas algumas obras discutem a sua importância na identidade e cultura nacional. Este artigo, também não vai abarcar todas as abordagens ou temáticas envolvendo física e ensino através do violão, mas dará ao leitor algumas outras possibilidades de conhecer o funcionamento do violão, através de uma descrição do instrumento a partir da Física e da Luteria combinadas.
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O instrumento possui seis ordens de cordas simples com comprimento acústico de 65cm entre a pestana e o rastilho, afinadas geralmente nas notas mi2, lá2, ré3, sol3, si3 e mi4 com frequências de 82 Hz, 110 Hz, 147 Hz, 196 Hz, 247 Hz e 330 Hz, respectivamente, usando como referência o diapasão de 440 Hz, além de outras afinações possíveis, é claro. Trata-se de um instrumento versátil pois, pela quantidade de cordas, suas notas e disposições, permite tanto a execução da melodia, da harmonia ou de ambas em peças mais elaboradas. Durante o desenvolvimento do violão algumas variações foram construídas. Ainda hoje existem algumas variantes do violão e, apesar das diferenças, o elementos constituintes destes instrumentos são os mesmos, salvo alterações e detalhes característicos de cada um.
Saxofone, também conhecido popularmente como sax, é um instrumento de sopro patenteado em 1846 pelo belga Adolphe Sax, um respeitado fabricante de instrumentos, que viveu na França no século XIX. Os saxofones são instrumentos transpositores, ou seja, a nota escrita não é a mesma nota que ouvimos (som real ou nota de efeito). A maior parte dos saxofones são em Si♭ (como o saxofone tenor) ou em Mi♭ (como o saxofone alto e o barítono). O soprano é normalmente em Si♭.
Ao contrário de muitos dos modos de instrumentos tradicionais, que para chegar aos seus formatos atuais foram evoluídos de instrumentos mais antigos, dos quais muitas vezes não se conhece o inventor, o saxofone foi um instrumento deliberadamente inventado. Seu inventor foi o belga Antoine Joseph Sax, mais conhecido pela alcunha de Adolphe Sax. Filho de um fabricante de instrumentos musicais, Adolphe Sax aos 25 anos foi morar em Paris, onde começou a trabalhar no projeto de novos instrumentos. Ao adaptar uma boquilha semelhante à do clarinete a um oficleide, Sax teve a ideia de criar o saxofone. A data exata da criação do instrumento foi em 28 de junho de 1841.[carece de fontes]
Ao longo do tempo, diversas modificações foram feitas, como a chave de registro automática, introduzida no início do século XX em substituição às duas chaves de registro que deveriam ser alternadas manualmente pelo instrumentista. Entretanto, as características gerais do instrumento permanecem as mesmas dos originais criados por Adolphe Sax.
Para a produção do som, cada tecla (peça de madeira), ao ser percutida, aciona um único martelo (peça de madeira recoberta por material macio, geralmente o feltro) que, então, toca nas cordas esticadas e presas numa estrutura rígida de madeira ou de metal. As cordas percutidas vibram e produzem o som, que é amplificado pela grande caixa de ressonância. O piano, o clavicórdio e o cravo, embora sejam instrumentos de cordas percutidas, diferem quanto ao mecanismo de produção de som. Em um cravo, as cordas são beliscadas. Em um clavicórdio, as cordas são percutidas por martelos que permanecem em contato com a corda. No piano, o martelo se afasta da corda imediatamente após ser tocada, deixando-a vibrar livremente.[4]
Teve a sua primeira referência publicada em 1711, no "Giornale dei Litterati d'Italia" por motivo da sua apresentação em Florença pelo seu inventor Bartolomeo Cristofori. A partir desse momento, segue-se uma série de aperfeiçoamentos até chegar ao piano atual. A essência da nova invenção residia na possibilidade de dar diferentes intensidades aos sons (algo inexistente no cravo e bastante limitado no pequeno clavicórdio) e, por isso, recebeu o nome de pianoforte (que vai do pianíssimo ao fortíssimo) e, mais tarde, reduzido apenas para piano. Tais possibilidades de matizes sonoras acabaram por orientar a preferência dos compositores face ao clavicembalo.[5]
Os pianos modernos, embora não se diferenciem dos mais antigos no que se refere aos tons, trazem novos formatos estéticos e de materiais que compõem o instrumento. Um piano comum tem, geralmente, oito lás, oito sis bemóis, oito sis, oito dós, sete dós sustenidos, sete rés, sete mis bemóis, sete mis, sete fás, sete fás sustenidos, sete sóis e sete sóis sustenidos, formando um total de 88 notas musicais.[6] Se for um de 97 notas musicais, do tipo Bösendorfer 290, ele terá nove dós, oito dós sustenidos, oito rés, oito mis bemóis, oito mis, oito fás, oito fás sustenidos, oito sóis, oito sóis sustenidos, oito lás, oito sis bemóis e oito sis.
O piano é amplamente utilizado na música ocidental, no jazz, para a performance solo e para acompanhamento. É também muito popular como um auxílio para a composição. Embora não seja portátil e tenha um alto preço, o piano é um instrumento versátil, uma das características que o tornou um dos instrumentos musicais mais conhecidos pelo mundo.[7]
Apesar de alguns autores defenderem que Leonardo da Vinci, ou um dos seus discípulos, concebeu um projeto muito semelhante à bicicleta tal como a conhecemos, a legitimidade histórica do desenho do Codex Atlanticus é muito contestada e mesmo considerada como fraude.[11] Na China a invenção da bicicleta é atribuída ao antigo inventor chinês Lu Ban, que nasceu há mais de 2 500 anos
Em 1680, Stephan Farffler, um alemão construtor de relógios, projetou e construiu algumas cadeiras de rodas tracionadas por propulsão manual através de manivelas, mas o certo é que o alemão Barão Karl von Drais pode ser considerado o inventor da bicicleta, pois, em 1817 ele implementou um brinquedo que se chamava celerífero, desenvolvido pelo Conde de Sivrac em 1780.[13] O celerífero fora construído em madeira com duas rodas interligadas por uma viga e um suporte para o apoio das mãos e destinava-se apenas a tração utilizando-se dos pés quando o "velocipedista"[13] postava-se na viga de madeira. O Barão Drais instalou em um celerífero um sistema de direção — guidão — que permitia fazer curvas e com isto manter o equilíbrio da bicicleta quando em movimento, além de um rudimentar sistema de frenagem. O sucesso foi tanto que em abril de 1818, o próprio Barão Drais apresenta seu invento no parque de Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaune — Dijon, na França. Drais patenteou a novidade em 12 de janeiro de 1818 em Baden, Paris e outras cidades europeias. Mesmo sendo um avanço para a época, seu "produto" não tornou-se popular e o Barão foi ridicularizado e seu projeto o tornou um homem falido.
Em pleno século de revoluções industriais e científicas como foi o século XIX, não demorou muito para a draisiana ser modificada e melhorada. Poucos anos se passaram, após o registro de Drais, e o "veículo" foi apresentado em uma estrutura de ferro e também recebeu uma sela, melhorando em resistência e conforto.
No dia 20 de abril de 1829 aconteceu a primeira competição que se tem conhecimento utilizando-se do veículo de duas rodas da época. Neste dia, competiram 26 draisianas percorrendo 5 quilômetros dentro da cidade de Munique.[16] Em 1839, o escocês Kirkpatrick Macmillan adapta ao eixo traseiro duas bielas ligadas por uma barra de ferro. Isto provocou o avanço da roda traseira, dando-lhe maior estabilidade e possibilidade de manuseio e manejo rápido. Com esse mecanismo a bicicleta ficou mais segura e estável, pois nas curvas evitava o antigo jogo do corpo para o lado oposto ao movimento a fim de manter estável o equilíbrio, já que o equipamento em si era bastante pesado.[14]
No ano de 1855 o francês Ernest Michaux inventa o pedal, que foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Os pedais eram ligados à roda dianteira, e o invento ficou conhecido como velocípede, palavra oriunda do latim velocidade e pé ou velocidade movida a pé. Alguns consideram-no a primeira bicicleta moderna, e na verdade ficou sendo chamado de triciclo posteriormente.
Um Telefone e um dispositivo de telecomunicação que permite que dois ou mais usuários conduzam uma conversa quando estão muito distantes um do outro
Em 1876, 10 de março Alexander Grahan Bell fez a primeira transmissão de voz , o que ficou registrado como a invenção do telefone . No mesmo ano ele registrou a primeira patente do telefone nos Estados Unidos.
O aparelho de Bell era composto por um transmissor e um receptor interconectados por um fio o som audível ou ondas sonoras era transformado em sinais elétricos e depois eram revertidos novamente pelo receptor